2019 – IMPERATRIZ LEOPOLDINENSE
O “tapetão” no
Grupo Especial não é novidade e cada vez mais recorrente, vez que pela terceira
vez consecutiva o Regulamento do Desfile é ignorado. O assunto abordado inicialmente
pelo colunista Ancelmo Góis (O GLOBO) em seu Blog no dia 01/05/19, o experiente
jornalista vislumbrava uma nova “virada-de-mesa” no Grupo Especial de Escolas
de Samba do Rio de Janeiro. No mesmo dia no grupo de rede social integrado por sambistas-estudantes
do Curso de Jornalismo de Carnaval administrado pelo professor Angelo Baltar,
onde discutíamos o assunto uma aluna dizia claramente e com autoridade que “Seu
Luizinho não quer isso”, referindo-se ao Presidente da Imperatriz, o
contraventor Luizinho Drummond. Mas pelas imagens apresentadas pela imprensa,
não parecia contrariado com o ocorrido. Cerca de 24 horas após o anúncio da
nova decisão da LIESA que mantém a Imperatriz Leopoldinese de Luizinho Drummond
na categoria principal das Escolas do Rio de Janeiro, o que mais surpreendeu
foi o pedido de demissão de Jorge Castanheira, Presidente da LIESA e a
disposição de arcar com a multa de R$750.000,00 (setecentos e cinquenta mil
reais) arbitrada pelo Ministério Público do Estado.
Clique no Link abaixo e saiba mais sobre a atuação
do Ministério Público X Liesa
2018
- IMPÉRIO
SERRANO - GRANDE RIO
Logo
após o anúncio da penúltima colocação pela Escola de Caxias, notadamente
reconhecida por atrair celebridades e grandes patrocinadores para seus enredos
iniciou-se movimento dentro da Liga para mantê-la entre as Grandes do carnaval
da cidade. Assim, duas semanas após o resultado, em plenária na LIESA e com a
justificativa de que a as escolas enfrentaram dificuldades com o corte de
verbas pela Prefeitura do Rio de Janeiro e que o rebaixamento da Grande Rio
teria ocorrido por uma penalização indevida (quebra de um de seus carros
alegóricos) a maioria dos dirigentes decidem por não haver rebaixamento de
nenhuma Agremiação, o que beneficiou também a Império Serrano. A Grande Rio já
havia sido alvo de denúncia em 1993, quando a Caprichosos de Pilares apresentou
denúncia contra a Grande Rio, acusando-a de criado um esquema de aliciamento de
jurados. Porém, o grande impulso para manutenção das Escolas de Samba no Grupo
Especial fora dado pelo Prefeito Marcelo
Crivella ao encaminhar carta à entidade declarando "nada opor" à
manutenção na elite das escolas que prestaram "enormes serviços" ao
carnaval do Rio de Janeiro, "trazendo para o evento patrocinadores de
monta" e já tendo, segundo seu ponto de vista, apresentado "desfiles
antológicos". O governador Luiz Fernando Pezão e o prefeito de Duque de
Caxias, Washington Reis, eram citados na carta como apoiadores da manutenção
das duas Escolas na elite do carnaval carioca
2017 - PARAÍSO DO TUIUTI - UNIDOS DA TIJUCA
Os
trágicos acidentes ocorridos naquele ano com as alegorias da Paraíso do Tuiuti
e da Unidos da Tijuca motivaram a LIESA a não rebaixar nenhuma Agremiação,
fazendo o anúncio antes da apuração. Os acidentes ocasionaram a morte de uma
jornalista e deixou dezenas de feridos. Porém, suspeitas sobre essa decisão,
que alguns veículos especializados e colunistas de carnaval entendem ter sido
motivada para resguardar a Unidos da Tijuca, comandada pelo influente Fernando
Horta, a quem também atribui-se a liderança pela manobra de manutenção da
Grande Rio (e, por via de consequência, da Império Serrano) no ano seguinte.

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