2019-06-05

LIESA: TAPETÃO de 2019, 2018 e 2017


2019IMPERATRIZ LEOPOLDINENSE
O “tapetão” no Grupo Especial não é novidade e cada vez mais recorrente, vez que pela terceira vez consecutiva o Regulamento do Desfile é ignorado. O assunto abordado inicialmente pelo colunista Ancelmo Góis (O GLOBO) em seu Blog no dia 01/05/19, o experiente jornalista vislumbrava uma nova “virada-de-mesa” no Grupo Especial de Escolas de Samba do Rio de Janeiro. No mesmo dia no grupo de rede social integrado por sambistas-estudantes do Curso de Jornalismo de Carnaval administrado pelo professor Angelo Baltar, onde discutíamos o assunto uma aluna dizia claramente e com autoridade que “Seu Luizinho não quer isso”, referindo-se ao Presidente da Imperatriz, o contraventor Luizinho Drummond. Mas pelas imagens apresentadas pela imprensa, não parecia contrariado com o ocorrido. Cerca de 24 horas após o anúncio da nova decisão da LIESA que mantém a Imperatriz Leopoldinese de Luizinho Drummond na categoria principal das Escolas do Rio de Janeiro, o que mais surpreendeu foi o pedido de demissão de Jorge Castanheira, Presidente da LIESA e a disposição de arcar com a multa de R$750.000,00 (setecentos e cinquenta mil reais) arbitrada pelo Ministério Público do Estado. 
Clique no Link abaixo e saiba mais sobre a atuação do Ministério Público X Liesa

2018 - IMPÉRIO SERRANO - GRANDE RIO
Logo após o anúncio da penúltima colocação pela Escola de Caxias, notadamente reconhecida por atrair celebridades e grandes patrocinadores para seus enredos iniciou-se movimento dentro da Liga para mantê-la entre as Grandes do carnaval da cidade. Assim, duas semanas após o resultado, em plenária na LIESA e com a justificativa de que a as escolas enfrentaram dificuldades com o corte de verbas pela Prefeitura do Rio de Janeiro e que o rebaixamento da Grande Rio teria ocorrido por uma penalização indevida (quebra de um de seus carros alegóricos) a maioria dos dirigentes decidem por não haver rebaixamento de nenhuma Agremiação, o que beneficiou também a Império Serrano. A Grande Rio já havia sido alvo de denúncia em 1993, quando a Caprichosos de Pilares apresentou denúncia contra a Grande Rio, acusando-a de criado um esquema de aliciamento de jurados. Porém, o grande impulso para manutenção das Escolas de Samba no Grupo Especial fora dado pelo  Prefeito Marcelo Crivella ao encaminhar carta à entidade declarando "nada opor" à manutenção na elite das escolas que prestaram "enormes serviços" ao carnaval do Rio de Janeiro, "trazendo para o evento patrocinadores de monta" e já tendo, segundo seu ponto de vista, apresentado "desfiles antológicos". O governador Luiz Fernando Pezão e o prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis, eram citados na carta como apoiadores da manutenção das duas Escolas na elite do carnaval carioca

2017 - PARAÍSO DO TUIUTI - UNIDOS DA TIJUCA
Os trágicos acidentes ocorridos naquele ano com as alegorias da Paraíso do Tuiuti e da Unidos da Tijuca motivaram a LIESA a não rebaixar nenhuma Agremiação, fazendo o anúncio antes da apuração. Os acidentes ocasionaram a morte de uma jornalista e deixou dezenas de feridos. Porém, suspeitas sobre essa decisão, que alguns veículos especializados e colunistas de carnaval entendem ter sido motivada para resguardar a Unidos da Tijuca, comandada pelo influente Fernando Horta, a quem também atribui-se a liderança pela manobra de manutenção da Grande Rio (e, por via de consequência, da Império Serrano) no ano seguinte.



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