Faltava
menos de 5 minutos para as dezessete horas dessa quinta-feira quando foi
postada a foto de um senhor ao telefone.
Via ser uma foto antiga posto que o telefone que empunhava era o modelo “tradicional”,
ou seja, daqueles com fio, base, tomada, etc.
GATTO
DA CUBANGO, exatamente às 17:00 fez o primeiro comentário. O membro do
seleto CONSELHO SOBERANO da Escola que domingo escolhe a nova Diretoria e
Presidência (G.R.E.S. Acadêmicos do Cubango), enalteceu a VERDADEIRA AMIZADE
que com ele manteve. Em seguida, aquela que pela voz e trajetória é considerada
a primeira dama do samba da cidade, a “Beth Carvalho de Niterói”, LENA ALVES quem já marcava com a amiga que postara a imagem um encontro
para obter maiores informações daquele sujeito; após, o Presidente da atual Bi-campeã
do Grupo Principal de Escolas de Samba da cidade, BIRA ALEGRIA foi quem afirmou ter sido o simpático senhor da
foto quem lhe dera inúmeros conselhos; ALEXANDRE
SIMPATIA, consagrado intérprete e sambista, afirmou que tomara vários puxões
de orelha daquele senhor, cuja serenidade e tranquilidade já havia sido
ressaltada pouco antes por BALTHAZAR,
membro das mais importantes Escolas de Samba da cidade, onde figurou como
Diretor. CIDCLEI COSTA, o criador do
Grupo de whatsapp EU SOU O SAMBA-NITERÓI,
onde foi postada a imagem por NATHY
CHOCOLÍCIA acompanhava,
batendo palmas virtuais para aquele sujeito que, por inúmeras vezes em nossas
conversas fora o protagonista.
Desliguei
então o telefone. Vim escrever essas poucas sobre as mensagens que me impeliram
a apresentar a LIÇÃO DO VETERANO,
texto que escolhi para a parte introdutória da obra que será lançada ainda esse
ano sobre os vários aspectos do CARNAVAL
NA CIDADE DE NITERÓI.
A
lição que aprendi me foi passada de maneira gentil e sincera de um experiente
baluarte dos Desfiles de Escolas de Samba e embora a considere introdutória e para que se trate de
SAMBA-CARNAVAL, é e sempre necessária
ao falarmos de determinados assuntos.
Na
terça-feira última (14/05/19) interrompi a narrativa do experiente professor-jornalista
ANDERSON BALTAR durante aula por ele
ministrada sobre JORNALISMO DO CARNAVAL
para que pudesse situar-me adequadamente no contesto narrado. Ao perguntar “Mestre, o senhor está se referindo a
DESFILE DE ESCOLA DE SAMBA ou do CARNAVAL da cidade?, pus mais uma vez em
prática a lição que aquele homem ao telefone dera-me nos idos de 2009, quando
comecei a frequentar as reuniões da U.E.S.B.C.N., Liga Niteroiense das Agremiações
desfilantes na Rua da Conceição.
Assim,
um dos textos que integra a obra a ser publicada até o fim do ano sobre o
carnaval de Niterói é postado antes do lançamento da mesma e que aborda a lição
que NEY FERREIRA deu-me e fez com
que passasse a interessar-me ainda mais sobre SAMBA – CARNAVAL – DESFILE –
BLOCOS – BAILES e, em especial, as PEQUENAS
ESCOLAS DE SAMBA da cidade de NITERÓI.
Com
os olhos marejados, termino aqui a apresentação do texto abaixo postado, escrito em junho do
ano passado, agradecendo a Deus de ter conhecido esse sujeito que
tornou-se também amigo e conselheiro, mas cujo laço de amizade sincera e verdadeira teve início antes mesmo de meu nascimento, posto que grande amigo e parceiro de bairro-samba-carnaval de meu pai, Antônio Morgado.


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